quinta-feira, 15 outubro 2026

Fogo: Segundo furo em Chã das Caldeiras visa aumentar o grau de segurança no fornecimento de água a população - Águabrava

O furo de Chã das Caldeiras está em execução e com mais de 70 por cento (%) trabalho realizado e a previsão é para estar concluído durante o mês de Maio e está enquadrado na campanha de perfuração da Empresa Intermunicipal de Águas, Águabrava, para aumentar o volume de água para o consumo domiciliar.

Na comunidade de Chã das Caldeiras existe um único furo e há pouco tempo registou-se um problema técnico que levou a empresa a fazer o levantamento e a reposição da eletrobomba, salientou o administrador/delegado da Águabrava, Rui Évora.

A mesma fonte sublinhou que com isso a empresa melhorou as condições técnicas de exploração do furo e aumentou o volume diária de exploração.

Durante o período em que se registou a avaria, a empresa assegurou o fornecimento de água para o consumo humano com recurso a camião-cisterna com os encargos assumidos pela empresa.

“Neste momento estamos a explorar em Chã das Caldeiras entre 18 e 20 metros cúbicos/dia de água, que é suficiente para cobrir a demandas de água para o consumo humano”, destacou Rui Évora.

Antes, continuou, havia algumas restrições na venda de água em Chã das Caldeiras, mas após as últimas intervenções fez-se o levantamento desta restrição e mesmo com o único furo há condições para fazer a venda de água para outros fins que não seja só para consumo humano.

Segundo o mesmo, a empresa tem assegurado uma “monitorização apertada” da água de furo e todos os parâmetros de qualidade de água encontram-se dentro dos padrões admissíveis para o consumo humano.

A empresa espera que a água do segundo furo tenha a mesma ou melhor qualidade que água do furo em exploração, acrescentando que com dois furos em Chã das Caldeiras em operação a empresa vai poder diminuir a pressão de exploração do furo existente neste momento.

O administrador/delegado da Águabrava disse que para 2024 não há previsão de grandes investimentos devido ao facto de ter de assumir a gestão de água de rega, que representa um “grande esforço” financeiro para a empresa, que fica com pouca margem para investimento com recursos próprios.

Mesmo assim, para 2024, tem em pauta a substituição de algumas adutoras gravíticas para melhoria de condições de abastecimento de água a algumas localidades na ilha do Fogo, sobretudo de Inhuco de Meio, Lagariça, Coxo e Lapa Cavalo, assim como a substituição de três quilómetros adutoras que se estende de São Pedro a Brandão para melhorar as condições técnicas. 

 

A Semana com Inforpress

21 de março 2024

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Comentários

joão do rosário
7 dias atrás

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jcf
9 dias atrás

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joão do rosário
11 dias atrás

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