quinta-feira, 15 outubro 2026

Primeiro caso suspeito de hantavírus em Portugal deu negativo e teve alta

já teve alta o paciente suspeito de estar infetado com hantavírus em Portugal, depois de o resultado do teste ter dado negativo. 

Recorde-se que o doente deu entrada nas urgências em Lisboa, na segunda-feira à tarde, com sintomas ligeiros de gripe.

Numa resposta enviada ao Notícias ao Minuto, a Direção-Geral da Saúde (DGS) esclarece que, de imediato, foram ativadas as medidas de prevenção e controlo de gestão de casos suspeitos, tendo o paciente sido encaminhado para um gabinete próprio, onde foi observado por uma equipa de profissionais de saúde, cumprindo os procedimentos de uso de equipamento de proteção individual de acordo com as orientações.

O doente, de nacionalidade portuguesa, foi submetido ao teste e poucas horas depois "obteve-se o resultado negativo". "Excluída a suspeição de infeção por hantavírus, inclusive para o hantavírus Andes, o indivíduo teve alta", adianta ainda a DGS.

A RTP Notícias tinha avançado, na terça-feira, que o paciente se deslocou às urgências do São Francisco Xavier e perante a suspeita, o hospital executou o que está previsto pela norma da Direção-Geral de Saúde (DGS), encaminhando o doente para o Hospital Curry Cabral, que é o hospital de referência. Por seu lado, o Curry Cabral referiu que as análises foram enviadas para o Instituto Ricardo Jorge.

Este caso está associado ao transporte aéreo no âmbito do surto de hantavírus no navio cruzeiro MV Hondius.

Agora, segundo a norma da DGS, assinada a 11 de maio, os não-casos que desenvolvam sintomas compatíveis com a definição de caso suspeito após um teste negativo e dentro do período máximo de incubação (de 42 dias) após a última exposição a um caso provável ou confirmado, devem ser testados novamente e reclassificados em conformidade.

Recorde-se que, na semana passada, a DGS anunciava que um cidadão canadiano que tinha sido confirmado com infeção pelo hantavírus, que viajou no cruzeiro Hondius, tinha sido repatriado numa aeronave com tripulantes portugueses, mas que não havia "qualquer evidência de transmissão secundária associada a este voo".  

A DGS descartava riscos acrescidos para a população portuguesa, porque "a transmissão pessoa-a-pessoa do hantavírus Andes é considerada rara" e ocorre sobretudo "em situações de contacto próximo, prolongado e com exposição a secreções ou fluidos corporais".

A Semana com NM

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Comentários

joão do rosário
7 dias atrás

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jcf
9 dias atrás

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joão do rosário
11 dias atrás

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