sexta-feira, 16 outubro 2026

Denílson Monteiro representa juventude cabo-verdiana na 8.ª edição do “AFRICA 100 - League of Exceptionals 2026”

A ideia é reforçar a visibilidade internacional e promover juventude e direitos humanos africanos, num evento que reúne líderes influentes de todo o continente para promover diálogo, cooperação e liderança transformadora.

Contactado pela Inforpress, o presidente da ONJEDH afirmou que a sua participação na 8.ª edição do AFRICA 100 - League of Exceptionals 2026 constitui um compromisso com a representação da juventude e do país no palco africano.

Denílson Monteiro, único representante de Cabo Verde e dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP), sublinhou o peso da responsabilidade que assume ao integrar este encontro internacional.

“É um peso de responsabilidade porque, para além de representar Cabo Verde, é também assumir a responsabilidade de representar todos os países dos PALOP e a juventude que sempre fiz parte”, enfatizou.

A presença no evento surge como uma oportunidade para afirmar Cabo Verde em espaços internacionais, reforçar a cooperação com outros líderes africanos e impulsionar iniciativas voltadas para a juventude.

O jovem destacou que foi seleccionado fruto do trabalho desenvolvido ao longo dos anos nas organizações juvenis, incluindo a Coordenação Nacional da Coligação das Juventudes dos PALOP, entre 2023 e 2025.

A presença no encontro visa representar Cabo Verde e a juventude cabo-verdiana, bem como contribuir para o debate sobre o papel dos jovens no desenvolvimento dos países africanos e na afirmação da sua participação em espaços internacionais.

Denílson Monteiro entende que os jovens devem assumir responsabilidades e participar em eventos internacionais, de forma a contribuir para mudanças e para o desenvolvimento dos seus países, defendendo maior envolvimento da juventude nesses processos.

O jurista considera que Cabo Verde reúne condições para estar representado nesses palcos e compreende que o apoio institucional à participação juvenil pode reforçar a valorização do país, da sua cultura e da sua presença internacional.

Recordou ainda experiências anteriores em encontros na África Ocidental, onde, segundo indicou, Cabo Verde é visto como país de referência, o que, no seu entender, exige maior responsabilidade por parte dos jovens na representação nacional.

Também defensor dos direitos humanos, alertou para situações em que estes não são plenamente respeitados em alguns países africanos, com limitações na participação de mulheres e raparigas, defendendo maior intervenção da juventude na promoção desses direitos.

Durante o evento, prevê estabelecer contactos com líderes africanos e analisar possibilidades de cooperação, incluindo a eventual realização futura de iniciativas semelhantes em Cabo Verde, em articulação com as autoridades nacionais.

 

A Semana com Inforpress

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Comentários

joão do rosário
8 dias atrás

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jcf
10 dias atrás

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joão do rosário
12 dias atrás

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