domingo, 02 agosto 2026

E Economia

Importações e reexportação aumentaram e exportações diminuíram em 2017

Os dados provisórios das taxas de importações e de reexportações aumentaram 16,3% e 74,8%, respectivamente e, as exportações diminuíram -18,1% em 2017, face ao ano anterior, segundo revelam dados provisórios do comércio externo divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística.

Conforme o INECV, os resultados da evolução do Comércio Externo mostram que em 2017 o deficit da balança comercial aumentou (19,7%) e a taxa de cobertura deteriorou (-29,6%), face ao ano anterior.

Já as trocas comerciais com a Europa caracterizaram-se pelo decréscimo das exportações, representando -19,1%, e acréscimo das importações em 16,1%. Em relação às importações indica que Portugal, Espanha e Itália foram os principais países de proveniência de mercadorias da citada zona.

Por zonas económicas, no período 2016/2017, constata-se que o montante das exportações de Cabo Verde, com excepção da América, diminuiu para todos os destinos.

A nível europeu a Espanha lidera no ranking dos principais clientes de Cabo Verde, representando cerca de 70,8% do total das exportações em 2017. As exportações cabo-verdianas para esse país tiveram uma evolução negativa de -19,9%, comparativamente ao ano 2016.

Portugal, mesmo tendo uma evolução positiva de 5,9% em relação ao ano 2016, aparece em segundo lugar na estrutura das exportações de Cabo Verde com 24,8%.


A Europa continua a ser o principal fornecedor de Cabo Verde, com 78,8% do montante total das importações, contra 79,0% do ano anterior.

A fazer fé nos mesmos dados, as importações da África para Cabo Verde aumentaram cerca de 43,3%, no período em análise, e os restantes continentes como América e Ásia evoluíram positivamente, 5,2% e 22,2% respetivamente. Já o Resto do Mundo evoluiu negativamente (-9,9%), em comparação com o ano de 2016.

Portugal continua sendo o maior fornecedor de Cabo Verde, com 42,9% do total das importações cabo-verdianas, seguido da Espanha, representado 12,6%, ou seja, 1,3 p.p. a mais que no ano anterior.

Em relação aos saldos comerciais, os mais recentes dados do INECV apontam que, com excepção ao Resto do Mundo, foram positivas para todas as zonas económicas, quando comparados com o ano 2016.

Ocultar formulário

5000 caracteres restantes


Colunistas

Léo Rosa de Andrade
Léo Rosa de Andrade
21 Jul. 2026
SOBRE ESTAR SÓ
Sei que há muito palpite sobre a solidão. Altemar...
José João Neves Barbosa Vicente
José João Neves Barbosa Vicente
21 Jul. 2026
 “TUBARÕES AZUIS”: A REPRESENTAÇÃO DE UM POVO
A atuação dos “Tubarões Azuis” contribui para inspirar crianças,...
Alexandre Vieira Fontes
Alexandre Vieira Fontes
21 Jul. 2026
Justiça social, racionalidade orçamental e o papel...
A vitória eleitoral de Francisco Carvalho e da plataforma...
Péricles Tavares
Péricles Tavares
12 Jun. 2026
Carta Aberta ao novo Primeiro-Ministro:Responsabilidade de unir...
Estamos convictos de que, sob a sua liderança, Cabo...
Domingos Landim de Barros
Domingos Landim de Barros
03 Jun. 2026
Radiografia da minha eira
Algo que, com todo o preito, se assemelha à...

Comentários

jcf
3 dias atrás 13 horas atrás

Meu caro, o teu texto é um belo exercício de contorcionismo: começa a falar de justiça social, passa pela “racionalidad ...

Soares
21 dias atrás

Pobresa , palavra que precisa sair nosso dicionário.

Miranda
25 dias atrás

Boa sorte

Pub-Reportagem

publireport