A nova Administração da ASA – Navegação Aérea de Cabo Verde – decidiu readmitir os Técnicos de Telecomunicações Aeronáuticas (TTA) e Técnicos de Informação e Comunicação Aeronáutica (TICA) que haviam sido despedidos pela anterior Administração como forma de represália pela participação numa greve.
“Esperamos que esta decisão marque o início de uma nova fase, assente no respeito pelos trabalhadores, na valorização das competências profissionais e na concertação entre a Administração e os seus representantes”, concluem.
A Associação dos Profissionais de Telecomunicações Aeronáuticas de Cabo Verde (APTA), a Associação Cabo-verdiana dos Técnicos de Informação e Comunicação Aeronáutica (ACTICA) e o Sindicato dos Transportes, Comunicação e Administração Pública (SINTCAP) regozijaram-se com a decisão, conforme a nota remetida ao Asemanaonline.
“A APTA, ACTICA e SINTCAP congratulam-se com esta decisão e valorizam a disponibilidade demonstrada pela nova Administração para encontrar soluções que contribuam para a normalização das relações laborais e para um ambiente de maior respeito, equilíbrio e cooperação”, sublinhou a fonte deste jornal digital.
Segundo a mesma fonte, esta decisão representa um passo importante para a reposição da justiça laboral, da dignidade profissional, do respeito pelos direitos dos trabalhadores e a reconstrução da confiança entre a Administração, os profissionais e o Sindicato, abrindo caminho para uma nova etapa nas relações institucionais e laborais na ASA.
De acordo com as organizações referidas, os TTAs e TICAs desempenham funções técnicas/operacionais essenciais ao funcionamento dos sistemas e serviços de navegação aérea, assegurando competências indispensáveis à segurança, continuidade, regularidade e eficiência da atividade aeronáutica em Cabo Verde.
Neste sentido, disseram que a reintegração representa, assim, uma medida de “relevante impacto” para os trabalhadores, para as suas famílias e para a própria organização.
As três organizações reafirmaram o seu compromisso com a defesa dos direitos dos trabalhadores, mantendo uma “postura responsável e construtiva” na procura de soluções para os desafios do setor e para o fortalecimento da ASA.
“Esperamos que esta decisão marque o início de uma nova fase, assente no respeito pelos trabalhadores, na valorização das competências profissionais e na concertação entre a Administração e os seus representantes”, concluem.

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