quarta-feira, 07 outubro 2026

Opositor russo Yashin promete continuar a “combater a tirania” de Putin

O opositor russo Ilya Yashin, condenado a oito anos e meio de prisão por denunciar a invasão na Ucrânia, prometeu esta terça-feira continuar a luta contra o Presidente, Vladimir Putin, após a morte na prisão do seu amigo Alexei Navalny.

 

"Enquanto meu coração bater no peito, lutarei contra a tirania. Enquanto eu viver, não temerei o mal. E enquanto eu respirar, estarei com o meu povo. Eu juro", afirmou Ilya Yashin numa carta hoje divulgada nas redes sociais por pessoa próximas.

Yashin declarou estar convencido que Vladimir Putin ordenou o assassínio de Alexei Navalny.

"No entendimento de Putin, é assim que o poder se afirma: com assassínio, crueldade e vingança reveladora. Esse pensamento não é de um estadista, é de "um líder de um gangue", sublinhou Yashin.

 

Ativista da oposição russa desde o início dos anos 2000, tal como Alexei Navalny, Yashin era amigo de longa data deste último.

 

"Ele não apenas o matou, ele matou-o de forma demonstrativa. Especialmente antes das eleições (presidenciais na Rússia, em meados de março) para que ninguém duvide do envolvimento de Putin", disse o opositor.

O opositor russo Ilya Yashin, condenado a oito anos e meio de prisão por denunciar a invasão na Ucrânia, prometeu esta terça-feira continuar a luta contra o Presidente, Vladimir Putin, após a morte na prisão do seu amigo Alexei Navalny.

 

"Enquanto meu coração bater no peito, lutarei contra a tirania. Enquanto eu viver, não temerei o mal. E enquanto eu respirar, estarei com o meu povo. Eu juro", afirmou Ilya Yashin numa carta hoje divulgada nas redes sociais por pessoa próximas.

Yashin declarou estar convencido que Vladimir Putin ordenou o assassínio de Alexei Navalny.

 

"Ele não apenas o matou, ele matou-o de forma demonstrativa. Especialmente antes das eleições (presidenciais na Rússia, em meados de março) para que ninguém duvide do envolvimento de Putin", disse o opositor.

 

"No entendimento de Putin, é assim que o poder se afirma: com assassínio, crueldade e vingança reveladora. Esse pensamento não é de um estadista, é de "um líder de um gangue", sublinhou Yashin.

 

Ativista da oposição russa desde o início dos anos 2000, tal como Alexei Navalny, Yashin era amigo de longa data deste último.

Alexei ficará para a história como um homem de coragem excecional, que seguiu em frente com as suas convicções. Avançou, desprezando o medo e a morte. Avançou com um sorriso e erguendo a cabeça com orgulho. E morreu como um herói", disse Yashin.

 

"Putin continuará a ser um homem pequeno que obteve imenso poder por acaso", referiu.

"A dor e o medo são insuportáveis. Mas, apesar de tudo, não ficarei calado", escreveu Yashin na carta.

 

Ilya Yashin também foi amigo próximo e colaborador de outro grande opositor de Vladimir Putin, Boris Nemtsov, assassinado em Moscovo em 2015.

O opositor russo Ilya Yashin, condenado a oito anos e meio de prisão por denunciar a invasão na Ucrânia, prometeu esta terça-feira continuar a luta contra o Presidente, Vladimir Putin, após a morte na prisão do seu amigo Alexei Navalny.

 

"Enquanto meu coração bater no peito, lutarei contra a tirania. Enquanto eu viver, não temerei o mal. E enquanto eu respirar, estarei com o meu povo. Eu juro", afirmou Ilya Yashin numa carta hoje divulgada nas redes sociais por pessoa próximas.

Yashin declarou estar convencido que Vladimir Putin ordenou o assassínio de Alexei Navalny.

 

"Ele não apenas o matou, ele matou-o de forma demonstrativa. Especialmente antes das eleições (presidenciais na Rússia, em meados de março) para que ninguém duvide do envolvimento de Putin", disse o opositor.

 

"No entendimento de Putin, é assim que o poder se afirma: com assassínio, crueldade e vingança reveladora. Esse pensamento não é de um estadista, é de "um líder de um gangue", sublinhou Yashin.

 

Ativista da oposição russa desde o início dos anos 2000, tal como Alexei Navalny, Yashin era amigo de longa data deste último.

 

"Alexei ficará para a história como um homem de coragem excecional, que seguiu em frente com as suas convicções. Avançou, desprezando o medo e a morte. Avançou com um sorriso e erguendo a cabeça com orgulho. E morreu como um herói", disse Yashin.

 

"Putin continuará a ser um homem pequeno que obteve imenso poder por acaso", referiu.

 

"A dor e o medo são insuportáveis. Mas, apesar de tudo, não ficarei calado", escreveu Yashin na carta.

 

Ilya Yashin também foi amigo próximo e colaborador de outro grande opositor de Vladimir Putin, Boris Nemtsov, assassinado em Moscovo em 2015.

 

Em abril de 2023, Ilya Yashin, 40 anos, foi condenado em recurso a oito anos e meio de prisão por ter denunciado "o assassínio de civis" na cidade ucraniana de Bucha, perto de Kiev, onde o exército russo foi acusado de vários crimes, que Moscovo nega. Em novembro, Yashin foi transferido para uma prisão em Safonovo, perto da cidade de Smolensk, no oeste da Rússia.

 

Alexei Navalny morreu a 16 de fevereiro, aos 47 anos, numa prisão do Ártico, onde cumpria uma pena de 19 anos.

Os serviços penitenciários da Rússia indicaram que Navalny se sentiu mal depois de uma caminhada e perdeu a consciência.

 

Destacados dirigentes ocidentais, a família e apoiantes do opositor responsabilizam o presidente russo, Vladimir Putin, pela sua morte.

A Semana com Lusa

19 de Fevereiro de 2024

 

Colunistas

Efrem Soares
Efrem Soares
06 Oct. 2026
Cabo Verde: liderança, mérito e prestação de...
   Ao fazer uma reflexão retrospetiva sobre os percursos de...
Alexandre Vieira Fontes
Alexandre Vieira Fontes
18 Sep. 2026
Filomena Silva: uma jornalista de coragem e...
Léo Rosa de Andrade
Léo Rosa de Andrade
31 Aug. 2026
A ÉTICA DO DESINTERESSE, A VIDA EM...
César Augusto G. Garcia
César Augusto G. Garcia
21 Aug. 2026
COISAS DO ESTADO ou ESTADO DE COISAS...

Comentários

joão do rosário
30 dias atrás 10 horas atrás

SENHOR PRESIDENTE, DEIXE-SE DE TRETAS: NÓS SABEMOS QUEM O SENHOR É José Maria Neves vem agora dizer que é “muito melho ...

jcf
1 dias atrás

Cabo Verde tem uma facilidade extraordinária para comentar o que se passa na casa dos outros. Guiné-Bissau, Angola, Moçamb ...

joão do rosário
3 dias atrás

Isto já parece gozo. 177 casos desde o início do ano e já estão outra vez a sacudir o fantasma da pandemia. Sem números ...

Pub-Reportagem

publireport