Um ataque maciço com drones ucranianos matou pelo menos três pessoas na região de Moscovo durante a noite, indicaram as autoridades russas, naquele que foi descrito como o ataque com drones mais intenso e generalizado desde o início da invasão.
O Ministério russo da Defesa indicou que as defesas antiaéreas locais intercetaram 556 drones ucranianos em todo o país entre a noite de sábado e a manhã de domingo, tendo ainda abatido mais 30 ao longo de domingo.
O presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskyy, confirmou o ataque numa publicação na rede X, partilhando um vídeo que mostra ao longe uma grande coluna de fumo negro e escrevendo que "as sanções ucranianas de longo alcance chegaram à região de Moscovo".
"A distância à fronteira de Estado da Ucrânia é superior a 500 km. A concentração da defesa antiaérea russa na região de Moscovo é a mais elevada. Mas estamos a superá-la", acrescentou.
Numa outra publicação nas redes sociais, Zelenskyy afirmou que, esta semana, as forças russas lançaram mais de 3 170 drones de ataque, mais de 1 300 bombas aéreas guiadas e 74 mísseis contra a Ucrânia, atingindo com frequência edifícios residenciais e infraestruturas civis e causando a morte de 52 pessoas.
Os dois países procederam esta semana à troca de 205 prisioneiros de guerra de cada lado, numa primeira fase de um acordo de troca planeado de "1 000 por 1 000".
A Semana com Euronews

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