O secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, diz considerar ter um acordo de paz “bastante sólido" em cima da mesa.
Já durante o dia domingo, 24, no entanto, o presidente norte-americano moderou as expetativas de acordo, apesar os sinais de progresso de ambos os lados, garantindo que os EUA não pretendem precipitar-se.
A proposta mais recente incluiria a passagem dos navios pelo Estreito de Ormuz, bem como o desbloqueio de alguns ativos iranianos em bancos estrangeiros e a continuação das negociações por mais 30 dias.
Contudo, o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros do Irão confirmou, citado pela Al Jazeera, que Teerão e Washington tinham chegado a vias de discussões, mas descartando, ao mesmo tempo, a ideia de um acordo iminente. "Chegámos a um cenário, mas ninguém pode dizer que um acordo entre Estados Unidos e Irão seja iminente", referiu.
O funcionário iraniano também esclareceu que o potencial acordo, mencionado nos últimos dias, também não continha "detalhes específicos" sobre o Estreito de Ormuz, acrescentando que "a gestão do Estreito pertence aos Estados costeiros".
O porta-voz refere ainda que o Irão "atualmente não tem planos" para enviar uma delegação ao Paquistão e que apesar de o Irão ter "chegado a conclusões sobre muitos dos tópicos discutidos", isso não significa que esteja "perto de assinar um acordo".
A Semana com Inforpress/Lusa

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