Segundo a Inforpress, Honório Fragata agradeceu à diáspora pelo gesto de carinho e proximidade, afirmando que a homenagem representa, acima de tudo, uma obra de Deus.
Segundo o fundador das Tendas El Shaddai, foi pela fé que se tornaram possíveis várias acções de combate às drogas, ao álcool, aos problemas sociais e ao desemprego, realidades que afectam muitos jovens.
Apesar de referir não ser adepto de grandes formalidades, explicou que aceitou a homenagem para honrar os jovens que passaram pelas Tendas El Shaddai e que hoje se encontram integrados na sociedade, muitos deles na diáspora, nomeadamente em Inglaterra.
O líder comunitário recordou ainda um acidente cirúrgico ocorrido em Portugal, que o levou a reflectir sobre a idade e o futuro.
Nesse contexto, revelou estar a ponderar a criação de uma casa de repouso para idosos, motivado pela situação de pessoas da sua geração que já não reconhecem familiares e enfrentam limitações físicas e de saúde, muitas vezes agravadas por hábitos do passado.
Segundo a mesma fonte, Honório da Costa Fragata manifestou também preocupação com a falta de rastreio do cancro entre os jovens, defendendo a necessidade de maior prevenção.
Neste sentido, o líder comunitário manifestou o interesse em mobilizar a diáspora para avaliar a possibilidade de criar um laboratório portátil, capaz de realizar análises no local, permitindo que os casos diagnosticados sejam rapidamente encaminhados para tratamento, onde quer que se encontrem.

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