“O que precisamos agora é de líderes suficientemente confiantes que digam: ‘eu quero viver num mundo onde as minhas filhas têm as mesmas oportunidades que os meus filhos, onde o meu vizinho não me ameaça e eu não sinto que tenha de ser superior'”, comentou segundo CNN Portugal que cita a Lusa.
Nos Estados Unidos, apotnado o dedo à lideranaça do Presidente Trump, referiu, “tem havido um esforço de dizer que há uma América real, uma nostalgia de quando as pessoas negras eram silenciosas e não estavam na Casa Branca e as mulheres sabiam o seu lugar, na cozinha e em casa”, recebendo fortes aplausos.
O antigo Presidente norte-americano Barack Obama defendeu, em Lisboa, a necessidade de líderes políticos que reconheçam uma “humanidade comum”, lamentando a “nostalgia” da “América real” que se observa hoje nos Estados Unidos.
“O que precisamos agora é [de líderes] que representem o seu próprio povo e apreciem as tradições, cultura e história, mas também que vejam que quem está noutro país também tem esperanças e sonhos, que temos uma humanidade comum, mais do que desconfiança”, afirmou o antigo líder democrata (2009-2017), intervindo no final da sexta edição do Game Changers Forum, no Meo Arena, perante uma plateia com dez mil pessoas, segundo a organização.
“É o tipo de liderança de que precisamos no palco internacional”, insistiu.
Nos Estados Unidos, referiu, “tem havido um esforço de dizer que há uma América real, uma nostalgia de quando as pessoas negras eram silenciosas e não estavam na Casa Branca e as mulheres sabiam o seu lugar, na cozinha e em casa”, recebendo fortes aplausos.
“O que precisamos agora é de líderes suficientemente confiantes que digam: ‘eu quero viver num mundo onde as minhas filhas têm as mesmas oportunidades que os meus filhos, onde o meu vizinho não me ameaça e eu não sinto que tenha de ser superior'”, comentou.
“Precisamos desse impulso democrático na nossa liderança e de líderes que compreendem os valores da democracia e da igualdade”, salientou, acrescentando que são necessárias também “novas instituições que possam mover-se mais depressa para realmente entregar resultados às pessoas”.
Obama aponta "grande desafio" na coordenação entre EUA e China sobre IA
Conforme a fonte deste jornal, Barack Obama defendeu também a necessidade de regular a inteligência artificial a nível internacional, mas reconheceu que será “um grande desafio”, apontando a falta de confiança entre Estados Unidos e China.
“Ainda não temos as guias de segurança de que precisamos. [A regulação] tem de começar nos Estados Unidos, a China é outro país”, apontando que os EUA e a China são os países mais avançados em termos de inteligência artificial (IA), mas ressalvou que “não há neste momento muita confiança entre eles”.
“Temos de regular e coordenar entre nações e isso vai ser um grande desafio”, comentou.

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