Essa posição foi defendida pelo membro da Proteção Civil de São Miguel, José Furtado, a ser abordado sobre o incêndio que ocorreu no final do dia de quarta-feira, 12, na localidade de Ponta Belém e morreram duas crianças carbonizadas.
Segundo a mesma fonte, essa necessidade se faz sentir, sobretudo nessas zonas de difícil acesso, é preciso que as pessoas estejam informadas e treinadas de como agir nesses momentos, evitando assim casos drásticos.
Quanto ao incêndio que ceifou a vida de Mateus Martins, que completou dois anos no mesmo dia do trágico acidente e de Rafael Martins, que completava sete anos no dia 20 de Junho, José Furtado avançou que ainda não se sabe a real causa do incidente, pois no local somente encontravam quatro crianças, sendo que duas conseguiram correr e as outras ficaram dentro do quarto.
Igualmente, avançou à imprensa que juntamente dos familiares, a informação que recolheram é que no local se encontrava combustíveis fósseis, nomeadamente gasolina e além disso havia outros equipamentos eléctricos dentro do quarto, mas que no momento não se encontrava nenhum adulto nas imediações da casa.
De ressaltar que essas duas crianças são primos e residiam com os avós, pois as mães se encontram em Portugal, mas o caso ocorreu na residência de uma vizinha.
A Inforpress esteve no local, mas conforme informações dos familiares quem poderia avançar mais detalhes seriam as duas crianças que presenciaram o acto, mas estas se encontravam com as autoridades a prestar declarações sobre o ocorrido.
O Serviço de Proteção Civil não avançou as possíveis causas do incidente, realçando que os corpos foram levados para o Hospital Universitário Agostinho Neto, na cidade da Praia, para a realização da autópsia.
A Semana com Inforpress

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