segunda-feira, 05 outubro 2026

Fogo: Segundo furo em Chã das Caldeiras visa aumentar o grau de segurança no fornecimento de água a população - Águabrava

O furo de Chã das Caldeiras está em execução e com mais de 70 por cento (%) trabalho realizado e a previsão é para estar concluído durante o mês de Maio e está enquadrado na campanha de perfuração da Empresa Intermunicipal de Águas, Águabrava, para aumentar o volume de água para o consumo domiciliar.

Na comunidade de Chã das Caldeiras existe um único furo e há pouco tempo registou-se um problema técnico que levou a empresa a fazer o levantamento e a reposição da eletrobomba, salientou o administrador/delegado da Águabrava, Rui Évora.

A mesma fonte sublinhou que com isso a empresa melhorou as condições técnicas de exploração do furo e aumentou o volume diária de exploração.

Durante o período em que se registou a avaria, a empresa assegurou o fornecimento de água para o consumo humano com recurso a camião-cisterna com os encargos assumidos pela empresa.

“Neste momento estamos a explorar em Chã das Caldeiras entre 18 e 20 metros cúbicos/dia de água, que é suficiente para cobrir a demandas de água para o consumo humano”, destacou Rui Évora.

Antes, continuou, havia algumas restrições na venda de água em Chã das Caldeiras, mas após as últimas intervenções fez-se o levantamento desta restrição e mesmo com o único furo há condições para fazer a venda de água para outros fins que não seja só para consumo humano.

Segundo o mesmo, a empresa tem assegurado uma “monitorização apertada” da água de furo e todos os parâmetros de qualidade de água encontram-se dentro dos padrões admissíveis para o consumo humano.

A empresa espera que a água do segundo furo tenha a mesma ou melhor qualidade que água do furo em exploração, acrescentando que com dois furos em Chã das Caldeiras em operação a empresa vai poder diminuir a pressão de exploração do furo existente neste momento.

O administrador/delegado da Águabrava disse que para 2024 não há previsão de grandes investimentos devido ao facto de ter de assumir a gestão de água de rega, que representa um “grande esforço” financeiro para a empresa, que fica com pouca margem para investimento com recursos próprios.

Mesmo assim, para 2024, tem em pauta a substituição de algumas adutoras gravíticas para melhoria de condições de abastecimento de água a algumas localidades na ilha do Fogo, sobretudo de Inhuco de Meio, Lagariça, Coxo e Lapa Cavalo, assim como a substituição de três quilómetros adutoras que se estende de São Pedro a Brandão para melhorar as condições técnicas. 

 

A Semana com Inforpress

21 de março 2024

Colunistas

Alexandre Vieira Fontes
Alexandre Vieira Fontes
18 Sep. 2026
Filomena Silva: uma jornalista de coragem e...
Léo Rosa de Andrade
Léo Rosa de Andrade
31 Aug. 2026
A ÉTICA DO DESINTERESSE, A VIDA EM...
César Augusto G. Garcia
César Augusto G. Garcia
21 Aug. 2026
COISAS DO ESTADO ou ESTADO DE COISAS...

Comentários

joão do rosário
28 dias atrás 13 horas atrás

SENHOR PRESIDENTE, DEIXE-SE DE TRETAS: NÓS SABEMOS QUEM O SENHOR É José Maria Neves vem agora dizer que é “muito melho ...

jcf
30 dias atrás 6 horas atrás

Cabo Verde tem uma facilidade extraordinária para comentar o que se passa na casa dos outros. Guiné-Bissau, Angola, Moçamb ...

joão do rosário
1 dias atrás

Isto já parece gozo. 177 casos desde o início do ano e já estão outra vez a sacudir o fantasma da pandemia. Sem números ...

Pub-Reportagem

publireport