"Esses atos não se podem tornar a nova normalidade", declarou, segundo a Inforpress que cita Lusa, o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, na sua conta na rede social X (antigo Twitter), após denunciar o ataque mais recente, ocorrido próximo ao Hospital Universitário Rafik Hariri, o maior centro médico público do Líbano, que provocou quatro mortos e 39 feridos.
A OMS alertou que, no final de março, a média era de dois ataques por dia, com cinco casos apenas no dia 28 de março, afetando instalações em Kfar Tibnit, Ghandouriyeh, Zawtar Al Gharbiyeh, Kfar Dajal e Jezzine, num total de nove pessoas mortas.

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