Segundo a Inforpress, o governante reagia a questões relacionadas com o pedido do Tribunal de Contas para a afectação de um procurador em regime de exclusividade, tendo em conta o elevado volume processual, estimado em cerca de 600 processos.
Joana Rosa revela que a intervenção do Governo centrou-se na revisão do quadro legal do Ministério Público, com a recente aprovação dos Estatutos dos Magistrados do Ministério Público, que incluem disposições transitórias destinadas a permitir a abertura de um concurso extraordinário.
“O objectivo é possibilitar que o Ministério Público possa preencher cargos no topo da carreira”, explicou.
A ministra disse acreditar que o procurador-geral da República terá em consideração a necessidade de colocação permanente de um procurador junto do Tribunal de Contas, para que possam trabalhar melhor e responder às solicitações do Tribunal de Contas.

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