Segundo a CNN Portugal, a ofensiva, que contou com o apoio de forças de engenharia de combate e da Força Aérea israelita, integrou uma série de ações militares no terreno ao longo dos últimos dois meses, segundo detalha o próprio exército.
No mesmo período, terão sido destruídas “centenas de infraestruturas terroristas” na região, incluindo edifícios armadilhados, postos de observação e posições de atiradores furtivos.
De acordo com as forças israelitas, durante as operações foram ainda apreendidas várias armas, entre as quais foguetes, rampas de lançamento, lança-granadas antitanque (RPGs) e espingardas de assalto.

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