O documento foi rubricado nas ilhas Canárias e, na ocasião, o reitor da Uni-CV, Arlindo Barreto, sublinhou que esta assinatura representa mais do que um compromisso formal, um pacto de confiança mútua entre universidades de três espaços linguísticos e geográficos distintos, unidos pelos mesmos valores de “valorização da juventude, ciência e diversidade cultural”.
Destacou ainda que a mobilidade académica tem sido uma ferramenta fundamental para o fortalecimento institucional da Uni-CV, frisando que muitos cabo-verdianos formados nas Canárias ocupam hoje cargos de relevância no país.
“A mobilidade proporciona aos nossos estudantes e docentes o contacto com novas realidades académicas, fomenta o pensamento crítico, estimula a inovação e constrói pontes humanas duradouras”, disse.
Por sua vez, o professor Basílio Valadares, um dos responsáveis pelo CampusÁFRICA, enalteceu o compromisso de transformar o protocolo em acções concretas a partir do próximo ano, sublinhando que os documentos de intenção “não são para guardar na gaveta”.
O protocolo prevê o intercâmbio de estudantes, docentes e investigadores entre as instituições envolvidas, assim como projectos conjuntos nas áreas da saúde pública, alterações climáticas, educação e transformação digital, entre outras.
O acto teve lugar em Santa Cruz (Tenerife), no âmbito do programa CampusÁFRICA, e contou com a presença de várias entidades académicas e políticas, incluindo representantes do Cabildo de Tenerife e da Fundação Carlos Pavez.
A Semana com Inforpress

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