quinta-feira, 23 julho 2026

Seis artistas cabo-verdianos e moçambicanos atuam na Gulbenkian em março

Os artistas de Cabo Verde são Nuno Barreto, Djam Neguin e Rosy Timas e de Moçambique são Pak Ndjamena, Mai-Júli Machado e Francisca Minire, que "vão apresentar seis criações que desenvolveram nas residências artísticas no âmbito do Programa de Mobilidade de Artistas PROCULTURA", explicou a Fundação Calouste Gulbenkian num comunicado.

"Após edições no Mindelo [Cabo Verde], em 2022, e em Luanda [Angola], em 2024, a Mostra, apresenta-se pela primeira vez em Lisboa, para refletir um trabalho marcado pela pesquisa individual, pela aprendizagem entre pares, e pelo contacto com diferentes realidades culturais e artísticas em contexto internacional", indicou a Gulbenkian.

Segundo a fundação, com este projeto pretende-se dar a conhecer um conjunto de práticas coreográficas dos artistas de Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP), que combinam tradição e dança contemporânea.

As atuações começam dia 28 de março, às 18:30, e terminam dia 30 de março, com a última atuação a começar às 19:00.

O programa PROCULTURA – Promoção do Emprego nas atividades geradoras de rendimento no setor cultural nos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP) e Timor-Leste - é um projeto financiado pela União Europeia, cofinanciado e gerido pelo Camões, I.P., e que conta com financiamento da Fundação Calouste Gulbenkian, explicou a entidade.

"O seu objetivo principal é contribuir para a criação de emprego nos setores culturais nos PALOP e Timor-Leste", concluiu.

A Semana com Lusa

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Comentários

Soares
11 dias atrás

Pobresa , palavra que precisa sair nosso dicionário.

Miranda
15 dias atrás

Boa sorte

Terra
5 dias atrás

Mesmo verdade roupa sujo tem que ser lavado dentro da casa para os que não sabe o que fala,

Pub-Reportagem

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