O Governo de Cabo Verde eliminou as taxas moderadoras nas estruturas públicas de saúde. A medida já está em vigor e o Executivo garante que o fim da cobrança é sustentável, financiado pelo Orçamento do Estado e por novas fontes de receita.
"Nós temos, neste momento, a capacidade de financiar esta parte que nós colocamos no Orçamento do Estado. Isto já está previsto, já é uma realidade. Os cabo-verdianos, quando se deslocarem a uma estrutura pública, não têm que pagar por uma consulta de urgência, por uma consulta programada, por uma cama num hospital ou pela utilização do bloco operatório. É sustentável. Temos é que poupar noutras áreas”, afirmou o ministro da Saúde que falava à imprensa à margem de um encontro sobre o financiamento sustentável do setor.
Segundo RFI que cita o governo, a partir de agora, os cidadãos cabo-verdianos deixam de pagar por serviços essenciais na saúde pública. Consultas de urgência, exames e internamentos passam a ser totalmente gratuitos. Em declarações à imprensa, o ministro da Saúde, Lúcio Fernandes, assegurou que o Estado tem capacidade financeira para suportar a isenção.
"Nós temos, neste momento, a capacidade de financiar esta parte que nós colocamos no Orçamento do Estado. Isto já está previsto, já é uma realidade. Os cabo-verdianos, quando se deslocarem a uma estrutura pública, não têm que pagar por uma consulta de urgência, por uma consulta programada, por uma cama num hospital ou pela utilização do bloco operatório. É sustentável. Temos é que poupar noutras áreas”, afirmou o ministro da Saúde que falava à imprensa à margem de um encontro sobre o financiamento sustentável do setor.
Lúcio Fernandes defendeu que Cabo Verde deve preparar-se para um novo paradigma, focado na captação de novas receitas, na eficiência do gasto público e no avanço da transformação digital para evitar desperdícios.

22 dias atrás 17 horas atrás
SENHOR PRESIDENTE, DEIXE-SE DE TRETAS: NÓS SABEMOS QUEM O SENHOR É José Maria Neves vem agora dizer que é “muito melho ...