Henrique da Luz disse à Inforpress que se trata de famílias cuja sobrevivência depende “exclusivamente” do emprego público, exortando as autoridades municipais a abrir uma frente de trabalho nessa localidade para atender a esses agregados familiares, que passam por “momentos difíceis”.
“São famílias que não têm aonde recorrer. Não desenvolvem nenhuma actividade geradora de rendimentos e, por isso, depende exclusivamente do emprego público”, explicou o representante da comunidade, onde a maioria das famílias praticam a agricultura.
Os líderes associativos em várias localidades do município têm estado a pedir a abertura de frentes de trabalho para acudir às famílias em maiores dificuldades.
Enquanto isso, o Ministério da Agricultura e Ambiente vai disponibilizar um milhar de contos para financiar dois projectos que visam, sobretudo, a promoção do emprego no município do Porto Novo durante os próximos seis meses.
Os projectos, que se inserem no âmbito do programa de ordenamento e limpeza florestal, vão ser implementado em Lagoa da Ribeira das Patas e em Companhia do Planalto Leste.
Os dois projectos vão gerar 72 empregos nas duas localidades (Lagoa da Ribeira das Patas e Companhia).
A Semana com Inforpress

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