O presidente da Associação Comunitária da Ribeira Prata, Rogério Silva apresentou hoje a sua preocupação perante as consequências deixadas na comunidade após a tempestade Erin, ocorrida em 2025.
De acordo com a Inforpress, Rogério Silva afirmou que, após um ano da tempestade, ainda são visíveis as consequências provocadas pela tempestade, como diques e tanques de retenção de água que permanecem assoreados e danificados, o que tem impacto directo na vida dos moradores.
“A localidade da Ribeira Prata continua a enfrentar os efeitos da destruição causados pela tempestade Erin, com infra-estruturas sem as devidas intervenções, o que é bastante preocupante”, avançou.
Conforme explicou, uma das poucas intervenções realizadas, foi no troço de estrada Ribeira Prata-Fragata que, segundo o mesmo, foi uma das vias mais afectadas pela tempestade.
Rogério Silva sublinhou que as pessoas da comunidade estão preocupadas com a situação, sobretudo perante a possibilidade de novas chuvas, e alerta que sem uma intervenção urgente, a localidade de Ribeira Prata poderá ficar “exposta a inundações e outros riscos”.
Acrescentou ainda que, os agricultores e criadores de animais que foram prejudicados pela tempestade receberam algum apoio, mas o valor disponibilizado não corresponde aos prejuízos e não permitiu a recuperação das suas actividades.
Segundo informações disponibilizadas pelo presidente da Associação, a situação ficou mais grave devido à destruição de vários tubos que garantiam o transporte de água para os tanques, o que causa dificuldades aos agricultores para a irrigação das suas parcelas.
A Associação Comunitária da Ribeira Prata apela às autoridades que implementem, na localidade, intervenções que contribuam para a melhoria da qualidade de vida da população.

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