Tedros Adhanom Ghebreyesus disse esta quinta-feira, através das redes sociais, que os feridos e pessoas incapacitadas não conseguem chegar a locais seguros, colocando as próprias vidas em “grave perigo”.
De acordo com o responsável pela organização, os hospitais de Gaza estão lotados e a situação está perto do “colapso, à medida que a violência crescente bloqueia o acesso e impede a OMS de entregar mantimentos”.
Por outro lado, os Emirados Árabes Unidos anunciaram a retirada de 119 feridos e doentes da Faixa de Gaza para receberem tratamento em vários hospitais do país do Golfo Pérsico.
O Ministério dos Negócios Estrangeiros dos Emirados afirmou em comunicado que estas 119 pessoas doentes e feridas foram retiradas, juntamente com os familiares, através da fronteira de Kerem Shalom e do Aeroporto Ramon, no sul de Israel. A operação contou com o apoio da Organização Mundial de Saúde.
Segundo um comunicado oficial, com a última operação de transferência, o número total de doentes e acompanhantes retirados pelos Emirados Árabes Unidos atingiu as 2.904 pessoas.
A Semana com Observador/Lusa