quinta-feira, 15 outubro 2026

Procura internacional sustenta alta dos preços mundiais do açúcar – Ministério da Agricultura

De acordo com os dados divulgados, o mercado mundial do milho continuou influenciado pela forte procura internacional e pelas condições climáticas desfavoráveis em algumas importantes regiões produtoras.

Nos Estados Unidos, o aumento da procura externa e as preocupações em torno da safra brasileira contribuíram para a subida das cotações do milho.

Na Argentina, refere o Boletim divulgado pelo MAA, a colheita da campanha 2025/26 foi oficialmente estimada em 35 por cento (%) de conclusão até 30 de Abril.

Já no Brasil, a colheita da primeira campanha de 2025/26 atingiu 67% até 01 de Maio, com destaque para o progresso acelerado em Minas Gerais, segundo dados da Companhia Nacional de Abastecimento (CONAB).

Em relação ao trigo, o Ministério indicou que os preços mundiais de exportação mantiveram uma tendência mista, semelhante à da semana anterior.

Na Rússia, o mercado foi condicionado pelas crescentes expectativas em relação às colheitas de Inverno de 2026/27 e pelas discussões sobre os elevados “stocks” existentes nas regiões do sul do país.

A mesma fonte acrescenta que na União Europeia, os preços recuaram devido à redução da procura e às perspectivas de ampla disponibilidade do cereal.

Por outro lado, na Argentina, as cotações de exportação do trigo registaram uma subida face à semana anterior.

No sector do arroz, os preços mundiais de exportação registaram tendência de alta.

Na Tailândia, as cotações mantiveram a trajectória ascendente da semana anterior, enquanto no Vietname os preços permaneceram estáveis, num contexto de actividade comercial moderada.

Quanto ao óleo de soja, os preços internacionais apresentaram comportamento misto.

Na Argentina, as cotações recuaram cerca de 1,2% em comparação com a semana anterior.

No Brasil, porém, os preços avançaram aproximadamente 1,2%, reflectindo movimentos distintos no mercado regional.

Relativamente ao açúcar, o Ministério sublinhou que os preços internacionais continuam em alta.

No Brasil, a forte procura e a valorização do real face ao dólar norte-americano pressionaram as cotações do produto, e as exportações de açúcar através do maior porto brasileiro cresceram 28,6% no primeiro trimestre de 2026, atingindo quase 4,3 milhões de toneladas, em comparação com o mesmo período do ano passado.

Na Índia, as exportações de açúcar deverão situar-se entre 750 mil e 800 mil toneladas métricas na campanha 2025/26, um volume inferior ao autorizado pelo Governo.

O relatório indica, ainda, que as cotações mundiais de frete marítimo mantiveram a tendência observada nas últimas semanas, acompanhando a dinâmica dos mercados globais de energia e comércio internacional.

 

A Semana com Inforpress

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Comentários

joão do rosário
8 dias atrás

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jcf
9 dias atrás

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joão do rosário
12 dias atrás

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