São Nicolau: Identificado surto de Peste Suína Africana na Ribeira Brava

De acordo com o comunicado divulgado na rede social facebook, o MAA avança que estão a ser implementadas medidas rigorosas de vigilância e controlo, conforme os protocolos da Autoridade Veterinária.

Nomeadamente:

  • - Restrição da movimentação de suínos das zonas afetadas para outras áreas;
  • - Proibição do trânsito desnecessário de pessoas nas explorações;
  • - Proibição da alimentação dos suínos com restos que contenham carne de porco;
  • - Reforço da inspeção sanitária a nível inter-ilhas;
  • - Implementação de medidas de higiene, desinfeção e biossegurança nas explorações;
  • - Proibição do abate, consumo ou venda de animais doentes.

 

Segundo o MAA, a Peste Suína Africana não tem vacina nem tratamento eficaz, e a transmissão ocorre através de:

  • - Contacto direto entre suínos doentes e sadios;
  • - Sangue, fezes, urina e secreções;
  • - Restos de alimentos contaminados;
  • - Veículos, equipamentos, roupas e calçados contaminados.

Conforme explicou a mesma fonte, os suínos infetados podem apresentar, febre alta, falta de apetite e apatia, diarreia e vómitos, por vezes com sangue, abortos em fêmeas gestantes e manchas avermelhadas nas orelhas, abdómen e patas.

“A notificação rápida é fundamental para permitir um diagnóstico célere, contera propagação da doença e proteger o efetivo suíno nacional”, realçou.

Segundo avançou a mesma fonte, as autoridades sanitárias continuam a monitorizar a situação e novas informações serão divulgadas de acordo com a evolução do surto.

“Contamos com a colaboração de todos para garantir a segurança sanitária,proteger os criadores e minimizar os impactos na suinocultura”, finalizou.

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