domingo, 18 outubro 2026

Moçambique/Ataques: Cerca de 20 mil famílias poderão ficar sem assistência alimentar

"Estamos a registar algum foco de movimentação do inimigo nas últimas duas semanas e para salvaguardar os nossos objetivos, sobretudo prover a alimentação a nossa população, ponderamos, momentaneamente, suspender a assistência alimentar", disse o administrador de Quissanga, Sidónio Jóse, citado hoje pela comunicação social.

Desde outubro de 2017, a província de Cabo Delgado, rica em gás, enfrenta uma rebelião armada com ataques reclamados por movimentos associados ao grupo extremista Estado Islâmico.

De acordo com o representante, o apoio será retomado logo que a situação de insegurança no distrito seja clarificada.

"Nós temos as zonas que o inimigo usa como corredor, que são as aldeias de Cagembe, Nancaramo e no posto administrativo de Bilibiza, que usa vindo da região costeira do distrito de Macomia", explicou ainda o administrador local.

 Quissanga faz fronteira, a norte, com o distrito de Macomia, uma das regiões mais afetadas pelos ataques terroristas, desde o início das ações dos rebeldes.

O último grande ataque naquela província do norte do país deu-se em 10 e 11 de maio, a sede distrital de Macomia, com cerca de uma centena de rebeldes a saquearem a vila, provocando vários morto e fortes combates com as Forças de Defesa e Segurança de Moçambique e militares ruandeses, que apoiam Moçambique no combate aos ataques.

A Semanan com Lusa

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Comentários

joão do rosário
11 dias atrás

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jcf
12 dias atrás

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joão do rosário
15 dias atrás

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