O músico, que foi um dos fundadores do Festival Internacional de Música da Baía da Gatas, lembra que todos os pequenos produtores de eventos que trazem artistas de fora para participarem nos seus eventos pagam-lhes passagem, hotel e cachet. « Isso não é nenhum benefício,nenhum carinho,e nenhuma compensãção para a sua participação no evento em que eles são a atração. TODOS RECEBEM OBVIAMENTE O DEVIDO CACHÊ», conclui o atista.
« A CVMA consegue enganar todos os artistas de Cabo verde internos e da diáspora, pagando-lhes passagens e alojamento APENAS, uma mensão honrosa, zero cachês e nada mais».Tudo, segundo Vlu, NUM EVENTO EM QUE ELES SÃO A ATRAÇÃO FUNDAMENTAL PARA A REALIZAÇÃO DO EVENTO, num espetáculo com alto patrocinado do Estado de Cabo Verde, da UNIÂO EUROPEIA, empresas de Cabo Verde e portuguesas e TVs internacionais, com bilhetes a 3.000 escudos x 2000 pessoas, enquanto engavetam toda a massa. «COME ON !!! Então os artistas da diáspora e de Mindelo só exigem e só têm direito a cachê quando são chamados a participar nos Bailes de Mendinga? Assim não iremos a parte alguma», questiona.
O músico, que foi um dos fundadores do Festival Internacional de Música da Baía da Gatas, lembra que todos os pequenos produtores de eventos que trazem artistas de fora para participarem nos seus eventos pagam-lhes passagem hotel e cachet. « Isso não é nenhum benefício,nenhum carinho,e nenhuma compensação para a sua participação no evento em que eles são a atração. TODOS RECEBEM OBVIAMENTE O DEVIDO CACHÊ», conclui o atista.
Contamos retomar esta matéria, havendo a reação da direção da CVMA, com a qual este jornal não conseguiu chegar à fala. Recorde-se que a cidade de Mindelo acolhe, pela primeira vez, este sábado, a edição deste ano de Cabo Verde World Music.

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