domingo, 04 outubro 2026

Vice-primeiro-ministro destaca importância das Universidades na formação de jovens africanos

Olavo Correia fez estas considerações na abertura da 2ª edição da Conferência Regional dos Reitores das Instituições Membros na África Ocidental, que decorre durante dois dias no Centro de Convenções, Campus da Uni-CV no Palmarejo Grande, contando com a participação de 12 países, Benim, Burquina Faso, Costa do Marfim, Gâmbia, Gana, Guiné, Guiné-Bissau, Libéria, Mali, Mauritânia, Níger, Nigéria, Senegal, Serra Leoa, Togo e Cabo Verde.

Almejando uma África com jovens e mulheres africanos “altamente” qualificados, bem preparados, que dominam as ciências, tecnologias e inovação, línguas, e com atitude, o governante sublinhou que isso requer uma “forte aposta” e criação de condições nas universidades para que o ensino superior, não seja tido como um luxo, mas um direito.

“É nas Universidades que podemos formar esses jovens. Jovens africanos do mundo e no mundo. As universidades são o centro da mudança, uma fonte de conhecimento, de transformação de atitudes e tudo isso deve ser colocado ao serviço do desenvolvimento”, salientou, comentando que se se quer dar um salto em frente, mudar o “status quo”, ter lideranças transformativas e inclusivas, há que apostar no conhecimento e investigação.

E tudo isso, segundo a mesma fonte, requer uma “forte aposta” nas universidades, destacando, desta feita, a importância do evento que permitirá a partilha de conhecimentos, metodologias e abordagens, para que se possa ter universidades africanas de “excelência e de altíssima qualidade”.

“Para educar, formar e preparar jovens para o mundo do trabalho, investigação e inovação, e para aquilo que a África tem de fazer, isto é, apostar na transição energética, transição digital, nas indústrias, indústrias criativas, no turismo, na economia azul, na economia do conhecimento e da Saúde”, frisou.

E, para tudo isto, segundo Olavo Correia, é preciso gente “altamente” preparada, e nesse esforço, as universidades têm um “papel crucial” a desempenhar.

“Para que o ensino superior não seja tido como um luxo, mas um direito e uma fonte para abrir o caminho do desenvolvimento, de criação e inovação, mas também de criação de condições para criar uma economia altamente competitiva à escala da África e do mundo”, vaticinou.

A Semana com Inforpress

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Comentários

joão do rosário
27 dias atrás 19 horas atrás

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jcf
29 dias atrás 12 horas atrás

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joão do rosário

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