A descoberta, realça a ONG na sua página na rede social Facebook, representa um “importante passo” no conhecimento dos sítios de reprodução do Gongon e novas oportunidades de acções de conservação para melhorar o seu estatuto de conservação.
“Registamos assim um dia bastante especial para a biodiversidade nacional e para a Lantuna, por ter feito parte desta importante descoberta”, lê-se no anúncio divulgado.
Ainda de acordo com a mesma fonte, a ave Gongon é uma espécie endémica em risco de extinção, devido a diversos fatores como a predação por espécies introduzidas (gatos e ratos), captura humana e poluição luminosa, pelo facto de reproduzirem nas imediações de zonas habitadas e devido a perda de habitat.
Nos últimos anos, acções de preservação e conservação da espécie têm sido desenvolvidas no âmbito do projeto Promover a Conservação das Aves Marinhas de Cabo Verde, financiado pela Fundação MAVA e coordenado pela BirdLife International e a Direção Nacional do Ambiente.
A equipa técnica de aves marinhas da Associação Projecto Vitó tem desenvolvido vários trabalhos de seguimento e monitorização para a conservação desta espécie na ilha do Fogo, como a colocação de rede em Bordeira, resultando na captura de 12 indivíduos (sete novos e cinco recapturas) e em, Monte Vaca, com 47 indivíduos (31 novos e 16 recapturas).
A Semana com Inforpress

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