terça-feira, 29 setembro 2026

Xadrez: FCX enquadra a presença de Mariano Ortega no campeonato africano como prova da evolução da modalidade

O presidente da Federação Cabo-verdiana de Xadrez (FCX), afirmou hoje, que a participação de Mariano Ortega no Campeonato Africano Individual de Xadrez, no Botswana, entre 19 e 25 corrente, reforça a evolução do xadrez cabo-verdiano no continente. Em entrevista à Inforpress, Francisco Carapinha indicou que o mestre internacional Mariano Ortega ocupa o quarto lugar do ranking inicial da prova, integrando um “top cinco” dominado por jogadores egípcios e argelinos. A prova integra o calendário oficial da Confederação Africana de Xadrez, instituição que celebra, este ano, o seu 50.º aniversário e reúne a elite da modalidade no continente africano. Francisco Carapinha descreveu o torneio como a principal competição africana de xadrez, sublinhando o nível elevado dos participantes e a exigência competitiva do evento. “É o principal campeonato da África, portanto aqui vai-se apurar o campeão africano”, referiu. O dirigente explicou que a presença cabo-verdiana neste contexto reflecte a evolução registada pela modalidade no país, tendo em conta o percurso recente da federação. “Quando a Confederação Africana de Xadrez foi fundada, Cabo Verde nem sequer tinha federação. Somos uma federação bastante jovem, completamos 10 anos este ano”, salientou o responsável. No seu entendimento, o crescimento alcançado neste período traduz um avanço significativo no panorama desportivo nacional. Carapinha relacionou a participação em competições internacionais com o desenvolvimento técnico dos atletas e com a preparação para eventos do ciclo mundial, como a Olimpíada de Xadrez. “É bastante importante ir-se preparando para já com estas competições, além de ser realmente uma competição bastante importante no calendário do xadrez africano”, sublinhou. O responsável da FCX frisou ainda o impacto destas presenças internacionais na popularização da modalidade no país, defendendo que os resultados obtidos ajudam a consolidar o crescimento interno do xadrez. No que diz respeito à formação e divulgação da modalidade no país, defendeu o envolvimento mais activo do sistema educativo e dos professores na difusão do xadrez. Francisco Carapinha concluiu acrescentando que a experiência internacional acumulada pela federação e pelos atletas reforça a consolidação do xadrez cabo-verdiano no contexto africano e internacional. A Semana com Inforpress

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Comentários

joão do rosário
22 dias atrás 23 horas atrás

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jcf
24 dias atrás 16 horas atrás

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joão do rosário
26 dias atrás 22 horas atrás

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