terça-feira, 29 setembro 2026

Santa Catarina reforça luta antivectorial para a época das chuvas

O responsável da luta antivectorial no município, Eduino Varela, disse hoje à Inforpress que as equipas têm vindo a desenvolver um trabalho contínuo de vigilância entomológica, eliminação de focos de mosquitos, tratamento de criadouros e sensibilização comunitária.

Segundo a mesma fonte, a preparação para a época das chuvas começou antes do período crítico, com acções de sensibilização nas escolas e comunidades, destinadas a alertar a população para os cuidados no armazenamento de água e eliminação de recipientes susceptíveis de acumular água.

“Estamos a apostar fortemente na prevenção, porque é nesta fase que conseguimos reduzir a proliferação de mosquitos e evitar o aumento de doenças transmitidas por vectores”, afirmou.

Eduino Varela reconheceu, contudo, a existência de constrangimentos, nomeadamente dificuldades de acesso a algumas localidades e as condições de trabalho em períodos de temperaturas elevadas.

Apesar desses desafios, garantiu que as equipas mantêm a regularidade das intervenções e o compromisso com a saúde pública, sublinhando a colaboração da população nas acções de prevenção.

Com o arranque da campanha para a época das chuvas, a partir de terça-feira, os agentes vão intensificar as intervenções nas zonas consideradas de maior risco, através de pulverizações, visitas domiciliárias e monitorização de potenciais criadouros.

Paralelamente, a Delegacia de Saúde de Santa Catarina, em articulação com o Instituto Nacional de Saúde Pública (INSP), prossegue o levantamento entomológico trimestral, com recolha de amostras de mosquitos para análise laboratorial e identificação das espécies existentes no município.

De acordo com o responsável, este trabalho permite acompanhar a presença de diferentes espécies de mosquitos e orientar as estratégias de controlo e prevenção de surtos.

No âmbito da prevenção, Eduino Varela apelou à população para manter os reservatórios de água devidamente tapados, limpar regularmente os recipientes e evitar a acumulação de água parada.

“A prevenção começa em casa. Se cada família fizer a sua parte, conseguimos reduzir significativamente os riscos”, salientou.

O responsável defendeu ainda a valorização dos agentes de luta antivectorial, considerando necessário melhorar as condições salariais e de trabalho destes profissionais.

“É um trabalho exigente e de grande responsabilidade. Por isso, é importante que haja melhores condições para quem está no terreno diariamente a proteger as comunidades”, concluiu.

A Semana com Infoprpress

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Comentários

joão do rosário
23 dias atrás 1 horas atrás

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jcf
24 dias atrás 17 horas atrás

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joão do rosário
26 dias atrás 23 horas atrás

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