Em declarações à Inforpress esta quarta-feira, o sindicalista afirmou que apesar dos encontros feitos pela classe e das metas estabelecidas em reuniões anteriores, os prazos para a formalização dos acordos expiraram sem que a empresa tenha dado seguimento às medidas acordadas.
Entre os pontos reivindicados estão a reposição integral do seguro dos pilotos e o cumprimento das normas de higiene e segurança no trabalho, bem como questões ligadas ao catering e às consultas médicas.
O SNPAC acusa a empresa de não ter cumprido o memorando assinado em 2019, mencionando que em Fevereiro e Março deste ano novas reuniões foram realizadas para o entendimento dos acordos, que, segundo Edmilson Aguiar, “não estão de todo cumpridos”.
“O incumprimento deste acordo trará instabilidade, nós, a classe dos pilotos, estamos a cumprir com o acordado, a empresa não está a cumprir e o acordo de empresa é um instrumento jurídico que regulará toda a situação laboral dos pilotos”, declarou Edmilson Aguiar, que reforçou que o documento apresentará mais previsibilidade para os pilotos e a empresa.
De igual modo, à estrutura sindical refere que a persistência destes incumprimentos poderá levar à adoção de medidas legais, incluindo a convocação de greve, embora sublinhe que este não é o desfecho desejado.
Edmilson Aguiar reforçou que a “formalização imediata dos acordos” é essencial para garantir previsibilidade laboral e estabilidade operacional na companhia aérea.
Alertou que no momento são 29 pilotos e com a abertura de novos voos internacionais vai ser necessário pensar no aumento da equipa, evitando a sobrecarga laboral e pensar na facilitação das operações.
A Semana com Inforpress

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