Em declarações à imprensa, o responsável afirmou que o parlamento, composto por 72 deputados, exige consensos prévios, lembrando que a agenda é definida na conferência de representantes antes de ser levada ao plenário.
Celso Ribeiro fez estas considerações ao ser abordado pela imprensa sobre a suspensão dos trabalhos da última sessão plenária desta legislatura, por falta de quórum.
O MpD tem a maioria absoluta no parlamento, mas muitos dos seus deputados não compareceram a esta sessão, pelo que o presidente convocou uma nova para esta quinta-feira, 09.
Segundo Celso Ribeiro, houve entendimento prévio entre as partes, mas “estranhamente” o PAICV optou pela abstenção, o que acabou por inviabilizar a aprovação.
O líder parlamentar do MpD sublinhou que tanto o seu partido como os deputados da UCID votaram a favor da viabilização da sessão, acusando o PAICV de tentar condicionar o funcionamento do Parlamento.
“É a terceira vez que esta força política bloqueia o normal funcionamento da instituição”, afirmou.
O responsável classificou a atitude como “irresponsável e de falta de respeito” para com a população e a instituição parlamentar, alertando que o bloqueio das instituições pode afectar a confiança do país junto dos parceiros internacionais.
Apesar da situação, garantiu que o MpD continuará a envidar esforços para assegurar o normal funcionamento do Parlamento, admitindo que novas decisões deverão sair da conferência de representantes, entretanto remarcada.
A Semana com Inforpress

23 dias atrás 8 horas atrás
SENHOR PRESIDENTE, DEIXE-SE DE TRETAS: NÓS SABEMOS QUEM O SENHOR É José Maria Neves vem agora dizer que é “muito melho ...