Em comunicado enviado à Inforpress, a mesma fonte indica um aumento de cerca de 12 por cento (%) face a 2024.
De acordo com o IPC, este crescimento reflete “o impacto positivo” do reforço da oferta museológica, da diversificação das atividades culturais e da “crescente articulação com os setores do turismo e da educação”.
Sobre a afluência por espaço, o Museu do Campo de Concentração do Tarrafal manteve a liderança, com 18.213 visitantes, seguido do Museu do Mar, com 6.260 entradas, e do Núcleo Museológico Cesária Évora, que recebeu 5.005 visitantes.
O Centro Interpretativo do Farol D. Maria Pia contabilizou 4.726 visitantes, enquanto o Museu Etnográfico da Praia registou 4.148 entradas.
De acordo com o comunicado, outros espaços também contribuíram para a dinamização da rede museológica nacional.
O Museu de Arqueologia recebeu 412 visitantes, a Casa da Morna Sodade 616, o Centro Interpretativo do Farol de São José, em funcionamento desde Julho, 631 visitantes, e a Casa Museu Eugénio Tavares, com 633 entradas.
O Centro Interpretativo da Olaria de Fonte Lima, por seu lado, registou 1.456 visitantes.
Durante o período em análise, o Museu da Tabanca permaneceu encerrado, assim como o Museu Norberto Tavares, cuja inauguração está prevista ainda para o primeiro trimestre de 2026.
Relativamente ao perfil do público, os dados do IPC indicam a predominância de visitantes estrangeiros, que representaram 71% do total, enquanto os nacionais corresponderam a 29%.
Por categorias, as mulheres constituíram 44% dos visitantes, os homens 40%, os estudantes 11% e as crianças 5%.
Quanto à sazonalidade, os meses de Novembro (5.071 visitantes), Abril (4.916) e Março (4.547) destacaram-se como os períodos de maior afluência em 2025, refletindo, de acordo com o IPC, “a dinâmica do turismo e a programação cultural desenvolvida ao longo do ano”.
A Semana com Inforpress

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