Quem o afirmou foi o primeiro-ministro, Ulisses Correia e Silva, que adiantou que o facto de o instituto superior, uma unidade orgânica da Universidade Técnica do Atlântico (UTA), apresentar nos primeiros quatro anos de funcionamento 40 finalistas significa que há aqui “algo com resultado”.
O chefe do Governo, que falava, na terça-feira, 27, na abertura do conselho alargado do Ministério da Educação, que decorre em Santo Antão, explicou que o Instituto das Ciências e Tecnologias Agrárias foi criado “em função da vocação específica da ilha de Santo Antão”.
Ulisses Correia e Silva, que defendeu a necessidade de se elevar a taxa de ingresso do ensino superior em Cabo Verde, que está a 23 por cento (%), disse acreditar que este nível de ensino constitui “uma saída profissional importantíssima” no país, razão pela qual o Governo tem aposta no aumento das bolsas de estudo.
A presidente da Câmara Municipal do Porto Novo, Elisa Pinheiro, disse que a democratização do polo universitário em Santo Antão representa um dos desafios que se colocam à ilha em matéria do ensino superior.
A Semana com Inforpress
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