Neste caso, Nicolas Sarkozy foi condenado a 14 de fevereiro de 2024 pelo Tribunal de Recurso de Paris a um ano de prisão, com seis meses de pena suspensa. O ex-presidente recorreu para o Tribunal de Cassação.
O caso Bygmalion que investigou um sistema de dupla faturação e de faturas falsas que tinha como objetivo esconder gastos excessivos na campanha eleitoral. Os gastos terão atingido quase o dobro do valor máximo legal na campanha para a reeleição em 2012, que Sarkozy acabou por perder para François Hollande.
O ex-presidente francês sempre negou conhecer ou ter beneficiado do sistema de faturas falsas. No centro da investigação estava a Bigmalion, uma empresa de prestação de serviços.
Esta torna-se a segunda condenação definitiva de Sarkozy, após o caso das escutas telefónicas e pode prejudicá-lo no caso do financiamento líbio da campanha presidencial de 2007. Em março do próximo ano começará a ser analisado o recurso interposto pelo ex-presidente, após ter sido condenado a cinco anos de prisão.
A Semana com Diário de Notícias

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