"Durante as últimas 96 horas, ou mais, houve um grande envolvimento com a Ucrânia», disse segundo CNN Portugal.
"O objetivo era tentar reduzir” as divergências em torno de pontos-chave. “Conseguimos isso hoje de uma forma muito substancial”, afirmou Rubio, mas acrescentou que qualquer acordo final terá de ser aprovado pelos presidentes e que ainda existem algumas questões sobre as quais terão de continuar a trabalhar.
"Algumas questões pendentes tinham a ver com a UE e a NATO. Nenhuma das questões em aberto é insuperável", diz. Questionado sobre as questões que subsistem nas conversações sobre a guerra na Ucrânia, Rubio diz que não vai entrar em pormenores, afirmando que este é um momento delicado. "Alguns dos pontos de discórdia têm a ver com semântica", diz, "enquanto outros requerem decisões e consultas a um nível mais elevado e outros precisam apenas de mais tempo para serem resolvidos".
"Este é um documento vivo, que respira", diz Rubio, acrescentando que, segundo aubda a CNN, o plano muda à medida que as partes interessadas dão mais contributos.
"Temos um documento fundador", afirma. Rubio não se compromete com o prazo de quinta-feira de Ação de Graças de Donald Trump, mas diz que espera que um acordo aconteça "em breve".
"Só precisamos de mais tempo do que o que temos hoje. Acredito sinceramente que vamos lá chegar".
Segundo ainda a fonte deste jornal, Rubio diz ter falado com Trump e que o presidente está agora “bastante satisfeito” com os progressos que a delegação dos EUA tem feito nas conversações de paz.

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