“Estamos com muito cuidado, com cerca de 80 casos e estamos reforçando todas as estratégias e apelamos para que todos nós, as autoridades nacionais autárquicas e instituições afins, principalmente a comunidade, tomarem consciência de que o mosquito ‘anopheles’ é um inimigo muito sério que devemos combater com acções”, declarou Jorge Figueiredo.
Segundo a mesma fonte, os casos actuais estão relacionados com a mesma situação e as mesmas zonas que vêm sendo diagnosticadas, agravados pela mobilidade das pessoas que vêm do continente e que têm, portanto, parasitemias sem sintomas e que, picadas por mosquitos, constitui um ciclo.
Questionado se o país pode vir a perder o certificado, Jorge Figueiredo avançou que as instituições sanitárias estão ainda a trabalhar os casos do ano passado, a maioria importados que se transformaram em autóctones por não conseguirem identificar a origem da doença.
Para isso, afirmou que está sendo feito “um trabalho muito sério” para se identificar os casos autótomos, apelando a todos os serviços a contribuírem nessa matéria para que o país possa manter o seu galhardete de país sem paludismo.
A Semana com Inforpress

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