Em declarações à imprensa, segundo refere a Inforpress, o responsável alertou que a comercialização do pescado nas ruas tem transmitido uma má imagem da ilha e comprometido a qualidade do produto.
“A venda de peixe nas ruas não é aconselhável, porque não garante as condições necessárias de conservação”, afirmou, reforçando o pedido para que o mercado seja concluído com a máxima urgência.
A construção da nova infra-estrutura, inicialmente prevista para Julho de 2024, tem registado sucessivos atrasos.
O presidente da Câmara Municipal do Maio, Rely Brito, informou, recentemente, que as obras deverão ser retomadas ainda neste mês de Setembro, após reunião com o empreiteiro.
O projecto está orçado em 15 mil contos, dos quais cerca de seis mil foram financiados pelo Governo, através do Fundo do Ambiente e do Fundo das Pescas.
O valor remanescente é suportado pelo orçamento municipal.

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