José Luiz Tavares, à comunicação social, explicou que a motivação da sua queixa se prende com o que considera ser uma violação da soberania nacional e da identidade cabo-verdiana, pilares fundamentais da nação, e afirmou estar confiante sobre a decisão da Procuradoria.
“Estamos confiantes de que a Procuradoria irá dar razão ao povo cabo-verdiano, pois se destruirmos uma língua viva e inventamos algo artificial, estaremos matando uma nação” declarou Tavares.
Além disso, o escritor mencionou que caso não haja uma decisão favorável até o início do próximo ano letivo os cidadãos têm à disposição uma providência cautelar, com a possibilidade de avançar para uma acção popular, como instrumentos jurídicos para garantir o cumprimento da lei.
"Estamos a lutar pela nossa identidade, pela nossa língua e pela nossa soberania. A Procuradoria tem de agir, pois o que está em causa é a preservação da nossa nação", concluiu José Luiz Tavares.
A Semana com Inforpress

25 dias atrás 18 horas atrás
SENHOR PRESIDENTE, DEIXE-SE DE TRETAS: NÓS SABEMOS QUEM O SENHOR É José Maria Neves vem agora dizer que é “muito melho ...