Em comunicado na sua página nas redes sociais, a empresa explicou que a acção foi detectada durante uma fiscalização realizada nos dias 17 e 18 de Julho no bairro de Palmarejo Grande.
Estas construções, esclareceu, ergueram-se com base em ações fraudulentas, envolvendo o “desvio ilícito de milhares de metros cúbicos de água”, numa escala que, em condições normais, daria para abastecer, durante semanas, zonas residenciais.
“O impacto é grave e inaceitável, infraestruturas danificadas, perdas significativas para o sistema e comunidades inteiras privadas de um recurso vital. Perante esta realidade, a empresa Águas de Santiago informa que procedeu com o desmantelamento de todas as ligações ilícitas”, avançou, destacando que todas as ligações permanecerão suspensas até regularização integral junto da entidade.
“A empresa Águas de Santiago condena com firmeza qualquer forma de fraude. A água não é apenas um serviço, é um direito que deve ser protegido com responsabilidade e justiça para todos”, concluiu.
A Semana com Inforpress

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