O arquipélago chegou ao fim do ano com menos mil subscrições de Internet (somando várias tecnologias, móveis e fixas), totalizando quase 543.000, e registou menos cerca de 3.330 cartões “SIM” ativos, com o valor total a rondar 587.000.
As reduções são residuais, refere a Agência Reguladora Multissectorial da Economia (ARME), uma vez que representam variações inferiores a 1%, lê-se no relatório consultado hoje pela Lusa.
A taxa de penetração de Internet é de cerca de 93 acessos por cada 100 habitantes.
“No ano 2024, o tráfego total gerado nas redes do serviço de acesso à Internet foi de 130,6 milhões de gigabytes, apresentando uma evolução negativa de 3% em relação ao ano 2023”, acrescenta-se no relatório.
Tal como em anos anteriores, as assinaturas de serviços de telecomunicações estão concentradas nos telemóveis.
Outros tipos de subscrições de comunicações eletrónicas têm valores mais reduzidos: cerca de 61.000 assinaturas para telefone de rede fixa e pouco mais de nove mil na televisão por assinatura.
Em Cabo Verde têm existido duas operadoras, a privada Unitel e a estatal CV Telecom, esta última com quota dominante nos diferentes tipos de subscrições.
Há uma terceira operadora licenciada (ED Solutions), mas sem dados expressivos para contabilização estatística, e em 2024 foram licenciadas mais duas marcas, mas que só começaram a funcionar este ano, a Airtel e a Starlink, via satélite, explicou a agência reguladora.
O boletim estatístico da ARME baseia-se num questionário enviado aos operadores de redes e serviços nos mercados das comunicações eletrónicas de Cabo Verde.
A Semana com Lusa

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