Carlos Lopes, que falava à imprensa, informou que em 2024 o centro conseguiu implementar na região 25 acções de qualificação e 29 de formação contínua, sendo que na Brava foram realizados cursos, nomeadamente de padaria-pastelaria e de construção civil, a pedido da autarquia e de parceiros locais.
Segundo o responsável, em breve o município irá ter também cursos de cuidados de infância, cuidados de dependentes e de gestão de pequenas empresas e também das energias renováveis, em parceria com o Centro de Energias Renováveis e Manutenção Industrial (CERMI).
“Brevemente iremos realizar uma mesa-redonda com os principais parceiros da ilha para definirmos as melhores acções que podemos trazer para a Brava”, informou, realçando que a ilha está no centro das atenções do Governo.
No que tange ao impacto das formações na vida dos jovens, Carlos Lopes indicou que cerca de 70 por cento (%) dos formandos estão empregados, isto a nível nacional, ou seja, cerca de sete meses depois da formação profissional os jovens entram no mercado de trabalho.
Carlos Lopes admitiu que o centro tem um “desafio enorme” que envolve questões motivacionais, sendo que, no seu entender, é preciso trabalhar a parte de sensibilização, melhorar o trabalho de intermediação laboral e a orientação profissional para que os jovens conheçam melhor as realidades que o instituto tem a nível da região e do país.
Entretanto, sublinhou que depois da formação, os jovens podem perfeitamente entrar no mercado, via estágio profissional, em que o centro irá assumir uma parte significativa do rendimento.
“Mas também temos programas como o PAC [Programa de Apoio à Contratação], em que ajudamos as empresas a contratar jovens até 35 anos e assumimos 50% do salário até o teto máximo de 25 mil escudos mensais durante um ano, entre outros”, finalizou.
A Semana com Inforpress

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