A ministra da Justiça fez esta afirmação à imprensa após a cerimónia da abertura do seminário de apresentação pública do projecto "Direitos humanos, paz e acesso à justiça", que aconteceu na Universidade de Cabo Verde (Uni-Mindelo), em Palmarejo Grande.
Segundo a ministra, a morosidade da justiça no país ainda é o “calcanhar de Aquiles” do sistema, devido ao número de pendências processuais que ainda existe, daí que considera a diminuição do tempo de espera de uma decisão judicial é importante para os cidadãos, empresas, entre outros interessados.
Joana Rosa assegurou que apesar deste desafio, o Governo tem estado a trabalhar para diminuir este tempo de espera para que um indivíduo não passe muito tempo ou anos à espera de uma decisão judicial, através de várias iniciativas que o governo quer e está a implementar para que isso tenha uma resposta mais eficaz.
Destacou que com esta nova modernização do sector, a nível do novo Sistema de Informação da Justiça, permitirá a digitalização dos processos, trazendo mais agilidade e eficiência ao sector e também no combate à morosidade nos processos judiciais.
Lembrou que o Centro Nacional de Mediação e Arbitragem criado no país é um “mecanismo alternativo importante” para a resolução de litígios e também para combater a morosidade e as pendências processuais a nível dos tribunais.
Destacou a importância do centro e assegurou que esses mecanismos “são alternativos e de confiança” e que haverá sempre princípios subjacentes às decisões judiciais.
A Semana com Inforpress

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