O objectivo desta formação, que tem a duração de quatro dias, é reforçar os sistemas veterinários em termos de controlo, biossegurança e também dar resposta a emergências sanitárias de saúde animal, segundo a responsável do programa da FAO em Cabo Verde, Kátia Neves, em declarações à imprensa.
A responsável adiantou que os dois países estão abrangidos num projecto de cooperação técnica da FAO, sendo o primeiro a ser realizado em português.
“Tem um foco particular na gripe aviária, que surgiu na nossa região em 2006 e, com emergências, os países têm-se organizado para poder dar uma melhor resposta. Cabo Verde e a Guiné Bissau já têm o seu plano e o objectivo é exactamente isso, apoiar os países na resolução e na resposta a emergência sanitárias”, declarou Kátia Neves.
Em Cabo Verde disse que a aposta tem sido na prevenção e preparação caso venha a surgir casos de gripe aviária.
De acordo com a FAO, muitos laboratórios veterinários carecem de capacidade para detecção precoce e gestão de surtos, especialmente em níveis descentralizados.
“Medidas urgentes de prevenção e controlo são essenciais para conter a propagação e minimizar o impacto na produção avícola, especialmente em países ainda não abrangidos pelo Programa de Segurança Sanitária Global implementado pelo Centro de Emergência da FAO para as Doenças Animais Transfronteiriças (ECTAD), como a Guiné-Bissau, e Gâmbia, Cabo Verde e o Togo”, reforçou esta responsável.
O projecto é financiado pela FAO, e permite que os serviços veterinários de Cabo Verde e da Guiné-Bissau reforcem as suas capacidades com recursos humanos formados em gestão de emergências de saúde animal.
A Semana com Inforpress

25 dias atrás 18 horas atrás
SENHOR PRESIDENTE, DEIXE-SE DE TRETAS: NÓS SABEMOS QUEM O SENHOR É José Maria Neves vem agora dizer que é “muito melho ...