quarta-feira, 29 maio 2024

S SOCIAL

Ilha do Sal: Trabalhadores da ASA recusam suspender greve a menos que CA decida pagar subsídio de férias

Estrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativa
 

Os trabalhadores da ASA, no Sal, recusaram esta sexta-feira suspender a greve de 48 horas, nos dias 01 a 03 Setembro, a menos que o Conselho de Administração decida pagar o subsídio de férias referente a 2021.

Conforme a Inforpress, os trabalhadores da Empresa Nacional de Aeroportos e Segurança Aérea (ASA) reagiam assim, em conferência de imprensa, ao comunicado em que o Conselho de Administração apela ao cancelamento da greve, manifestando-se disponível para novo encontro, em Setembro, para clarificar a interpretação e o entendimento dos sindicatos Sindcap e Sithur sobre a decisão do tribunal, ouvir as inquietações dos trabalhadores, entre outras questões.

Embora o comunicado de imprensa da administração da ASA seja dirigido aos sindicatos, os trabalhadores acharam que deveriam ser eles a reagir, tendo a equipa de negociação em representação dos trabalhadores (Task Force), liderado por Luís Rocha, reafirmado que estão firmes nessa luta.

Exigimos tão-somente um direito e garantia reconhecidos e não concordamos com a suspensão da greve, a menos que o CA decida repor a normalidade da situação, pagando o subsídio de férias em causa”, acentuou Luís Rocha, em representação dos colegas.

A mesma fonte conta que foram enviadas várias cartas ao Conselho de Administração (CA) solicitando o encontro, pedindo disponibilidade para se falar do subsídio de férias de 2021, mas o CA, conforme exteriorizou, “simplesmente tem ignorado o assunto”.

E numa atitude arrogante e de prepotência, respondeu através da carta N18, decidindo que este assunto não é do interesse daquele CA, e só estariam disponíveis para assuntos que se justificarem, sugerindo então que recorrêssemos aos meios considerados adequados para resolvermos a questão”, referiu.

“Que um encontro com o CA não parece ser um desses meios, numa atitude de quero, posso e mando, voltando totalmente as costas aos colaboradores”, reprovou.

Segundo ainda a Inforpress, os trabalhadores para quem o CA tem “agido de má-fé”, dizem ter ficado claro que não iriam abrir mão deste subsídio, “estando tranquilos” face às decisões que tomaram para a resolução da questão.

“Vamos continuar nos mantendo unidos e coesos para mostrar a qualquer CA que devem ter mais respeito, dignidade e consideração para os colaboradores, os verdadeiros donos desta empresa”, exteriorizou Luís Rocha.

Os trabalhadores conscientes, não precisam de ser manipulados para exigirem com seriedade os seus direitos e garantias que este CA quer menosprezar, actuando sem sentimento quer profissional quer familiar em relação aos colaboradores, nós que somos a máquina laboral da empresa. Merecíamos mais respeito, dignidade e consideração por parte de quem gere os recursos que nós produzimos”, desabafou em nome da classe.

A equipa Task Force apela aos colegas, por todo o País, a não se deixarem “intimidar e desmobilizar”.

Vamos todos à greve. A ASA somos nós”, instigou segundo a fonte que vimos citando.

120 Characters left


Colunistas

Opiniões e Feedback

Antonio
1 day 13 hours

Que grande reflexão do Água Lusa!!! Bem enquadrado. Até os nascidos na era portuguesa não são valorizados.

Daniel Dias
5 days 18 hours

Coitado do Leão Vulcão. Perdeu o emprego.

liketerra
7 days 10 hours

A criminalidade Murdeira já é de muito tempo e inclui os proprios admnistradores condominio que mandam os guardas agridi

Pub-reportagem

publireport

Rua Vila do Maio, Palmarejo Praia
Email: asemana.cv@gmail.com
asemanacv.comercial@gmail.com
Telefones: +238 3533944 / 9727634/ 993 28 23
Contacte - nos

Outras Referências